CAVALINHA

CAVALINHA

CAVALINHA
(Equisetum arvense, Equisetum sylvaticum, Equisetum pyramidale,
Equisetum martii, Equisetum ramosissimum, Equisetum bogotensis, Equisetum xylochaeton, Equisetum giganteum).
 
 
FAMÍLIA: Equisetáceas.
 
OUTROS NOMES: Rabo-de-cavalo, milho-de-cobra (Norte).
 
DESCRIÇÃO: São plantas que vivem exclusivamente nos terrenos brejosos, à beira dos córregos e rios.
“Características comuns: as Equisetáceas são plantas isosporadas de caule simples ou verticiladamente ramificado com folhas escamosas, concrescidas e formando bainha. Os esporângios estão insertos na face dorsal (inferior) de excrecências escudiformes, reunidas numa espiga comprida”. – Aspectos Biológicos da Flora Brasileira, pág. 541, de João S. Decker.
 
USO MEDICINAL: É bom remédio contra as afecções dos rins e bexiga. É também diurético. Nestes casos usam-se 10 gramas para 1 litro de água; 3 a 4 xícaras por dia.
Nas hemorragias internas e nas regras excessivas, usa-se como hemostático. 30 a 40 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Na febre puerperal fazem-se duas lavagens vaginais por dia. Empregam-se 20 a 30 gramas para 1 litro de água.
Nas inflamações dos olhos empregam-se compressas de chá de cavalinha. Renovam-se de 15 em 15 minutos.
No edema generalizado, o chá de cavalinha produz bom efeito. 10 a 15 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.
Externamente, usa-se, em loções, para curar feridas, úlceras, etc., 50 a 60 gramas para 1 litro de água.
Em lugar do chá, pode também, em todos os casos, usar-se o suco fresco da planta.
 
PARTE USADA: Brotos verdes. 

Programa Saúde Total

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