PINHÃO-DO-PARAGUAI

PINHÃO-DO-PARAGUAI

PINHÃO-DO-PARAGUAI
(Jatropha curcas).
 
 
FAMÍLIA: Euforbiáceas.
 
OUTROS NOMES: Pinhão-de-purga, pinhão-da-índia, pinhão-bravo, pinhão-das-barbadas, mamdubi-guaçu, pião, medicineira, figo-do-inferno, purgueira.
 
DESCRIÇÃO: Arbusto de 2 a 3 metros de altura. Tronco liso, lustroso, verde-claro, com escamas. Folhas longipecioladas, recortadas, em forma de palmas. Inflorescência em cachos. Fruto em cápsula trilocular, havendo, em cada lóculo, uma semente oval, branca por dentro, cinzenta por fora e riscada de preto, com uma crista na ponta. A semente é uma amêndoa assaz oleaginosa dando até 40% de óleo. O óleo, porém não é comestível. Usa-se na fabricação de sabões. Costuma-se plantar o pinhão-do-paraguai junto às cercas.
 
USO MEDICINAL: O látex incolor emprega-se para fechar e curar golpes e feridas.
A amêndoa, levemente torrada e moída, tomada com água, ou, preferivelmente com café saudável (*), adoçado com mel, é fortemente purgativa.
Efeito mais forte tem o óleo extraído da amêndoa; usa-se com o mesmo café, como drástico e como remédio contra a hidropisia. Não se deve, porém, tomar em grande quantidade, porque, em dose algo elevada, é venenoso.
As folhas também são purgativas.
 
PARTE USADA: Seiva leitosa, amêndoa, óleo, folhas.
 
DOSE: 8 a 10 gotas de azeite da amêndoa. 

Programa Saúde Total

Levando informações aos ouvintes sobre saúde e qualidade de vida, valorizando os benefícios da natureza: ar puro, atividade física, água, luz solar, alimentação, repouso, abstinência e muito mais.